neeew
Aquele fora certamente um longo dia.
Após ser cruelmente arrancado da cama por seu pai, (ou não tão cruelmente assim, haha), ele ligou o computador, resolveu algumas coisas, e tomou seu banho. Nada além de uma manhã monótona.
Arroz, feijão e salada de milho para o almoço, além de filé de peixe. Quem se importa?
No caminho para o trabalho, pegou seus óculos na ótica, pois estavam consertando.
Foi para o trabalho. Antes de tudo, apreciou um maravilhoso pedaço de bolo de chocolate, referente ao aniversário de seu patrão. Enquanto terminava algumas pendências do dia anterior, a diária e irritante figura do Vendedor de Cartões surgiu do outro lado do balcão frontal. Ah, como aquilo o irritava... Sua obrigação o obrigou a mandar o homem entrar e se sentar, e enquanto terminava certo folheto de bingo (?), o Vendedor esperava pacientemente, enquanto destruía a sua paciência emitindo seus ruídos característicos, que o remetiam rapidamente à baratas roendo papelão.
E foi no momento que decidiu iniciar o novo cartão do Vendedor que sentiu aquela sensação inexplicável - aquela sensação que só pode ser entendida por quem conversa frente a frente com o Vendedor. No momento em que ele abriu a boca, junto às suas palavras rangidas, saiu o impressionante cheiro de bueiro derivado de bactérias atuantes na boca do Vendedor.
O garoto correu no trabalho, para ver-se o mais rápido possível livre do Vendedor, mesmo este tendo prometido voltar no dia seguinte.
Mas aquele não foi o único odor irritante do dia. Algumas horas depois, chamaram o garoto até o balcão, e ele sentiu seu coração dar uma investida no seu estômago ao ver o Filho do Papai.
O moço, aparentando seus 25 anos, dirigiu-se ao garoto com sua maravilhosa educação e formalidade, entalhadas através dos anos em um perfeito formato de fezes.
O garoto iniciou seu serviço, e logo nos primeiros minutos se deparou com o sufocante fedor de fumaça no ar.
Aquele homem era persistentemente irritante, exigente ao extremo, chato, e tinha a incompreensível capacidade de fazer o garoto ter vontade de matar alguém com uma colher de plástico.
Mas as coisas correram de forma razoável, e o garoto ainda saboreou a doçura de cobrar caro por um serviço simples.
Mas um dia não é feito só de cheiros ruins, é óbvio.
Já no fim da tarde, seu patrão lhe pediu o favor de atender ao pedido de uma moça. A garota era sorridente, paciente e simpática, além de sustentar uma beleza estonteante. E apesar de linda, já aparentava viver sua quarta década de existência, e sua filha estava sentada ao seu lado.
A pequena garota era birrenta e estorva, e mesmo assim sua mãe era tão paciente com ela que o garoto se sentia um ogro.
O serviço foi realmente rápido, e a garota agradeceu com um sorriso.
Depois de uma curta conversa, o garoto encontrou alguém que procurava já a alguns meses. Conseguiu as informações que precisava dessa pessoa, e isso foi o suficiente para fazê-lo ganhar o dia.
Voltou para casa, cansado, sentou-se ao computador novamente, e ouviu um pouco de música.
Depois, o tédio levou a tomar a decisão de escrever um blog em terceira pessoa. Ele até agora não sabe o motivo da terceira pessoa, mas achou a experiência bastante interessante.
Após ser cruelmente arrancado da cama por seu pai, (ou não tão cruelmente assim, haha), ele ligou o computador, resolveu algumas coisas, e tomou seu banho. Nada além de uma manhã monótona.
Arroz, feijão e salada de milho para o almoço, além de filé de peixe. Quem se importa?
No caminho para o trabalho, pegou seus óculos na ótica, pois estavam consertando.
Foi para o trabalho. Antes de tudo, apreciou um maravilhoso pedaço de bolo de chocolate, referente ao aniversário de seu patrão. Enquanto terminava algumas pendências do dia anterior, a diária e irritante figura do Vendedor de Cartões surgiu do outro lado do balcão frontal. Ah, como aquilo o irritava... Sua obrigação o obrigou a mandar o homem entrar e se sentar, e enquanto terminava certo folheto de bingo (?), o Vendedor esperava pacientemente, enquanto destruía a sua paciência emitindo seus ruídos característicos, que o remetiam rapidamente à baratas roendo papelão.
E foi no momento que decidiu iniciar o novo cartão do Vendedor que sentiu aquela sensação inexplicável - aquela sensação que só pode ser entendida por quem conversa frente a frente com o Vendedor. No momento em que ele abriu a boca, junto às suas palavras rangidas, saiu o impressionante cheiro de bueiro derivado de bactérias atuantes na boca do Vendedor.
O garoto correu no trabalho, para ver-se o mais rápido possível livre do Vendedor, mesmo este tendo prometido voltar no dia seguinte.
Mas aquele não foi o único odor irritante do dia. Algumas horas depois, chamaram o garoto até o balcão, e ele sentiu seu coração dar uma investida no seu estômago ao ver o Filho do Papai.
O moço, aparentando seus 25 anos, dirigiu-se ao garoto com sua maravilhosa educação e formalidade, entalhadas através dos anos em um perfeito formato de fezes.
O garoto iniciou seu serviço, e logo nos primeiros minutos se deparou com o sufocante fedor de fumaça no ar.
Aquele homem era persistentemente irritante, exigente ao extremo, chato, e tinha a incompreensível capacidade de fazer o garoto ter vontade de matar alguém com uma colher de plástico.
Mas as coisas correram de forma razoável, e o garoto ainda saboreou a doçura de cobrar caro por um serviço simples.
Mas um dia não é feito só de cheiros ruins, é óbvio.
Já no fim da tarde, seu patrão lhe pediu o favor de atender ao pedido de uma moça. A garota era sorridente, paciente e simpática, além de sustentar uma beleza estonteante. E apesar de linda, já aparentava viver sua quarta década de existência, e sua filha estava sentada ao seu lado.
A pequena garota era birrenta e estorva, e mesmo assim sua mãe era tão paciente com ela que o garoto se sentia um ogro.
O serviço foi realmente rápido, e a garota agradeceu com um sorriso.
Depois de uma curta conversa, o garoto encontrou alguém que procurava já a alguns meses. Conseguiu as informações que precisava dessa pessoa, e isso foi o suficiente para fazê-lo ganhar o dia.
Voltou para casa, cansado, sentou-se ao computador novamente, e ouviu um pouco de música.
Depois, o tédio levou a tomar a decisão de escrever um blog em terceira pessoa. Ele até agora não sabe o motivo da terceira pessoa, mas achou a experiência bastante interessante.
新しいブログ!
こんにちは、皆さん!
げんき?
あの。。。僕はMATHEUS BONETTI です、けど僕のニックネームはライコです!
僕はブラジル人、でも日本が大好きだ。今、僕は強く日本語と英語を勉強する、僕はたくさん言語知りたいだ!
えと。。。僕の好きな事は日本の音楽、本を読む、インターネット、ねこ、Italiaの食べ物、日本食、僕の友達と一緒に散歩に行こうと映画を見る。。。
あの、ごめんなさいね!僕の日本語はいいじゃない、だけど僕は本当にがんばりますね!
バイバイ!
げんき?
あの。。。僕はMATHEUS BONETTI です、けど僕のニックネームはライコです!
僕はブラジル人、でも日本が大好きだ。今、僕は強く日本語と英語を勉強する、僕はたくさん言語知りたいだ!
えと。。。僕の好きな事は日本の音楽、本を読む、インターネット、ねこ、Italiaの食べ物、日本食、僕の友達と一緒に散歩に行こうと映画を見る。。。
あの、ごめんなさいね!僕の日本語はいいじゃない、だけど僕は本当にがんばりますね!
バイバイ!
