A curiosidade levou Marcelo Lima para o outro lado de um universo que ele só conhecia como consumidor. Antes mesmo de vir ao Japão com 19 anos, o brasileiro já era um apreciador de moda.
"As pessoas perguntavam por que você usa essas roupas, isso e tudo. Não, eu gosto. Aí até eles zoavam, até me chamavam de fashion, que é meu apelido", lembra Lima.
As circunstâncias o colocaram perto da criação. "Fiquei um ano parado, comecei a trabalhar como fotógrafo, e foi onde comecei a pintar, a fazer exposições com artistas japoneses e comecei a vender minhas obras", relata.
"Não era designer. Passei a estudar as roupas, comecei a pintar do jeito meu, e a vender nessa loja e eles gostaram". Há cinco anos, ele produz peças exclusivas para uma loja no centro de Sendai (Miyagi).
¨O estilo dele é diferente da maioria dos japoneses e isso agrada a clientela. E não é só gente de Sendai. Também vendemos muito pela internet¨, diz a gerente da loja Garden, Mai Takahashi. As camisetas são o carro-chefe da loja. Cada uma, com um estilo único. Com o sucesso da marca L (ele), inicial do sobrenome Lima, o brasileiro diversificou a produção com calçados e bolsas. Mas não conseguiu se desligar da fábrica.
"Por enquanto eu trabalho com um japonês. Quando está muito com muito serviço, a gente trabalha até às 22h, e eu produzo quando meu filho e minha esposa dormem. Eu faço nesse período da noite, produzo quando tem um feriado quando minha mulher e meu filho não estão aqui", conta.
O closet da casa virou ateliê. É lá que ele cria as peças, enquanto a família dorme. Na pia do banheiro, lava as telas e aproveita a porta para deixar as obras secando. Esse improviso parece não incomodar o brasileiro. "Eu sempre gostei. Eu adoro, quero produzir, quero ver as pessoas com minha marca de roupa, e quero vender bastante. Quero virar um estilista reconhecido também", finaliza.
A curiosidade levou Marcelo Lima para o outro lado de um universo que ele só conhecia como consumidor. Antes mesmo de vir ao Japão com 19 anos, o brasileiro já era um apreciador de moda.
“As pessoas perguntavam por que você usa essas roupas, isso e tudo. Não, eu gosto. Aí até eles zoavam, até me chamavam de fashion, que é meu apelido”, lembra Lima.
As circunstâncias o colocaram perto da criação. “Fiquei um ano parado, comecei a trabalhar como fotógrafo, e foi onde comecei a pintar, a fazer exposições com artistas japoneses e comecei a vender minhas obras”, relata.
“Não era designer. Passei a estudar as roupas, comecei a pintar do jeito meu, e a vender nessa loja e eles gostaram”. Há cinco anos, ele produz peças exclusivas para uma loja no centro de Sendai (Miyagi).
¨O estilo dele é diferente da maioria dos japoneses e isso agrada a clientela. E não é só gente de Sendai. Também vendemos muito pela internet¨, diz a gerente da loja Garden, Mai Takahashi. As camisetas são o carro-chefe da loja. Cada uma, com um estilo único. Com o sucesso da marca L (ele), inicial do sobrenome Lima, o brasileiro diversificou a produção com calçados e bolsas. Mas não conseguiu se desligar da fábrica.
“Por enquanto eu trabalho com um japonês. Quando está muito com muito serviço, a gente trabalha até às 22h, e eu produzo quando meu filho e minha esposa dormem. Eu faço nesse período da noite, produzo quando tem um feriado quando minha mulher e meu filho não estão aqui”, conta.
O closet da casa virou ateliê. É lá que ele cria as peças, enquanto a família dorme. Na pia do banheiro, lava as telas e aproveita a porta para deixar as obras secando. Esse improviso parece não incomodar o brasileiro. “Eu sempre gostei. Eu adoro, quero produzir, quero ver as pessoas com minha marca de roupa, e quero vender bastante. Quero virar um estilista reconhecido também”, finaliza.