AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

 

quanto tempo que não apareço por aqui. 

 

    Vou tentar aparecer mais vezes a partir de agora. Estou dizendo isso desde 2010 (acredito que esse é o meu post mais antigo). Onze anos de ameba. 

 

    Nesse tempo muita coisa mudou. Vale ressaltar algumas mudanças: 

  • agora eu tenho um amor para chamar de meu; 
  • sou bacharel em direito com OAB e tudo viu?!; 
  • estou desempregada;
  • voltei a morar com a minha mãe;
  • estamos vivendo num contexto pandêmico a cerca de 2 anos; 
  • o cenário político no Brasil está horrível; 
  • o dólar está R$: 5,39. 

    É... não está fácil meus amigos, ando mais perdida do que cego em tiroteio. Essa expressão é tão horrível como a minha vida nesse momento. Não tenho muito ânimo para fazer as coisas, perco tempo demais procurando emprego e acreditando que estudo para concursos. 

 

    Digo "acreditando" porque não consigo persistir e ter disciplina nos estudos. Não sei se é da minha natureza essa falta de compromisso ou simplesmente cansaço emocional: de não ter conquistado absolutamente nada com o meu esforço depositado na faculdade.          

 

    Amanda, mas o diploma? O diploma é um papel que não paga boletos. Longe de mim ser ingrata e não reconhecer os meus privilégios. Não mudaria nada do que fiz. Mas, preciso reconhecer que o retorno de se ter um diploma de graduação não era NADA parecido com o que eu esperava. 

 

    Hoje consigo entender que esse papel suado serve como uma pequena chave. Eu posso usar para tentar abrir algumas portas. Mas, ultimante penso que perdi a chave na minha gaveta de bagunças. 

     

    Só sei que do jeito que está não dá para ficar. Não gosto da pessoa superficial que sou hoje. 

   

    Enfim, é com esse drama de sempre que digo: feliz por estar de volta! 

 

    Músicas do momento: Meet Me at Our Spot- The Anxiety, Willow, Tyler Cole. (Meu deus! A filha do Will Smith arrasa!) 

                             Caution - The Killers. 

 

    Livros do momento:

  • Torto Arado — Itamar Viera Júnior
  • Um mar sem Estrelas — Erin Morgenstern 
  • Livro de poesias da brilhante- Wislawa Szymborska- Poeta polonesa.

                            

Stay beautiful, 

 

xoxo. 


Não faz nem duas semanas que escrevi um texto super animada relatando a minha animação com o inicio do período. Nesse texto, evidenciei meus sentimentos e o meu querer por um período próspero, mas, daí surgem as pedras no caminho e põe em cheque toda essa animação, toda a força, todo o querer . A vida é difícil ou é nós que a complicamos? Indagação clichê ,mas, que orienta nossa existência. O corpo humano em si é fantástico e complexo assim como toda natureza, aliás nós somos natureza . Certa vez, num diálogo com amigos foi proposto por um deles que a natureza quer “engolir os seres humanos “ uma vez que somos parte da natureza como isso seria possível ? não será nós seres humanos que iremos engolir um ao outro ? na parte ocidental as relações intersubjetivas intermediadas pela tecnologia ,onde é mais fácil conversar com seu amigo que está no Japão pelo Whats app do que dar bom dia para seu vizinho que mora ali do seu lado à anos. Por sua vez, na parte oriental do globo ainda se vê uma cultura dogmática ligada a religião, onde não há direitos mínimos que asseguram a vida, liberdade, igualdade entre outros .. dos cidadãos que ali vivem. Esse conflito irracional essas complicações nós mesmo criamos, nenhum ser divino fez isso apesar de muito tempo ter-se acreditado nisso. Mas, o mundo seria mundo sem essa confusão? sem esses conflitos? é o mal estar da civilização.
Apesar de todos os problemas a vida merece ser vivida. As vezes, fraquejo nessa afirmação, quando surgem por exemplo, os problemas emocionais e as dificuldades no dia-a-dia. Depois de pleitear sobre a vida, irei fazer um desabafo sobre a minha.
Obviamente estou triste, magoada com uma pessoa que me fez acreditar que se importava comigo, quando na verdade só queria me usar, ok! atualmente, o sexo é banalizado, é careta assumir um sentimento, é mais divertido ficar só por ficar. Eu não concordo com isso, não sou descolada e ponto final. Eu, Amanda, num simples beijo deposito meu carinho, meu afeto mesmo que momentâneo. O conformismo não me agrada, as coisas são assim e ter que ser assim? uma OVA! quero uma pessoa que me trate com respeito e que me valorize.
Vou terminar por aqui, porque o texto está muito grande.
Beijos, boa noite.
Hoje é um dia daqueles que me utilizo da escrita para tentar organizar meus pensamentos e me sentir um pouco melhor. Não sei por que, esse período que se inicia na universidade me sinto mais determinada, talvez a confusão que aconteceu no período passado foi o ESTOPAM ( eu escrevo como quiser no meu texto) para que eu desse uma guinada na minha vida universitária e tivesse mais responsabilidade para com as coisas, até mesmo com as coisas da república.
Quero de verdade que esse período seja próspero e que as coisas deem certo. Vou me esforçar! ou como diria minha querida amiga Lika vou gambattear. E nessa vibe de mudanças quero incluir o hábito da escrita e da leitura como objetivos a serem comprimidos, assim como uma forte participação no Rotaract.

É isso aí! vamos que vamos!